Pessoas que não têm o que fazer:

Mostrando postagens com marcador eu.. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador eu.. Mostrar todas as postagens

domingo, agosto 15

Machismo.

"Nunca mais sair do centro daquele espaço para as duras ruas anônimas. Nunca mais sair daquele colo quente que é ter uma face para outra pessoa que também tem uma face para você, no meio da tralha desimportante e sem rosto de cada dia atravancando o coração."



(Publicado no jornal "O Estado de S. Paulo", 22/04/1986)

Paramos para pensar e repentinamente descobrimos coisas novas em nós. Descobri semana passada que sou uma fêmea um pouco machista. Isso mesmo! Penso que mulheres não podem sair dando para qualquer um, boa parte é muito atrapalhada (tipo eu, que nunca vou servir para dirigir?), outra parte é mais frágil que os homens e nascemos para sermos meiguinhas. E eu sei, é, eu sei que isso, vindo de mim, é contraditório. Doesn’t matter.
Porém, acredito que mulheres são mais que objeto sexual, mais que ‘esculturas’, que frutas, mais que bundas e que não deveríamos ser tratadas como bonecas infláveis. Muitas de nós tiveram tanto conteúdo desperdiçado que praticamente só temos ‘grandes nomes’ masculinos, e hoje, temos a chance de mostrar quem somos, e preferimos mostrar nosso corpo? Poupe-me de tanto.

quarta-feira, julho 7

Insatisfação, breve comentário da atual situação da minha vida.

É...meus últimos três dias foram afogados em pensamentos, e, estou insatisfeita.
Acho que estou sendo boazinha demais e sinto falta das pessoas falando mal de mim e me ameaçando de morte. Era tão divertido.
Diferente da maioria, não preciso esconder de ninguém que não presto, que machuco até as pessoas que eu gosto e que manipulava frequentemente todo mundo que eu descobria que gostava de mim. Não, não sirvo para isso, não mais. Mesmo que eu queira, mesmo que eu tente, eu estou a um ano e meio sem fazer mal a ninguém, não que eu saiba (aliás, já fiz mal as pessoas no subconsciente, sem perceber).


Minha mãe acha que eu estou grávida, devo estar. Agora, isso é indiferente, a longo prazo, talvez eu fique feliz. Ou não, porque ela comentou algo sobre eu procurar saber se é fato para procurarmos logo uma clinica clandestina. COMO ASSIM? Nãaaao, eu fiz, continuarei trabalhando, vou sustentá-lo e ele vai sobreviver até onde Deus quiser. Apesar que é impossivel, eu não posso ter filhos. Não, não, o médico nunca me disse que sou uma árvore seca, eu deduzi. E eu sou bipolar, tenho problemas nos ovários e na coluna. Se o feto aguentar a gestação inteira, quem não aguenta sou eu! Mas não encaro isso como problema, problemas são OOOUTRAS coisas, e ontem cheguei a conclusão que eu estou com problemas acumulados, que eu achei que tinha resolvido mas na verdade só esqueci que eles já existiram. Mas nem adianta tentar, eu não esquento mais minha cabeça com os problemas.
Falando nisso, quer dizer, isso não tem nada a ver com isso, a minha cabeça anda agindo por vontade propria, explicando...eu quero uma coisa e meu cérebro me faz fazer outra, a que ele acha melhor. E veeelho, eu não quero uma vida perfeita, eu quero um monte de coisas para reclamar, pessoas para discutir, dores de cabeça, cicatrizes e um monte de histórias para contar aos netos, assim como 2008. E não que a única movimentação da minha vida seja a bipolaridade.
Eu espero que ninguém entenda que o que eu estou querendo é sexo, drogas e alcool, só para explicar, porque gente limítrofe aqui é o que não falta.


Hoje vou para casa de Fabiano. Fico lá hoje, amanhã e volto sexta de noite, só posto sábado (se sobrar tempo).


E não se acostume com o fato de eu expor minha vida nessas redes sociais, tudo que escrevo aqui é consciente de que nada, nem ninguém pode usar contra mim, nem eu mesma. Até porque isso é só um comentário, tem MUITA coisa que ninguém precisa ficar sabendo, como as coisas boas.